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Time has won.
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They're playing my song.
UOL Blog
Cry me a River
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No loneliness.
Bom... tava olhando aqui o blog e senti vontade de explicar o porquê do HIATUS no qual entrei no último post. Afinal, eu tinha leitores assíduos, que comentavam meus posts com carinho e com a maior atenção, e acho que devo a eles algum respeito.
Então, primeiramente vou dizendo que sim, pretendo manter o HIATUS por tempo indeterminado.
Em segundo lugar, a razão disso: eu gosto mesmo de escrever... é algo que me relaxa e acho que tenho certa facilidade em traduzir meus pensamentos em frases. Gosto mesmo. O único problema nisso é que, em qualquer texto meu, invariavelmente, eu acabo dando pistas de quem sou. Não que eu esteja querendo me esconder, nada disso. Ok, talvez eu até queira, mas esse tal esconderijo se limita exclusivamente ao fato de eu usar um pseudônimo, o que nem funciona como lei absoluta, já que talvez umas três pessoas daqui saibam meu nome verdadeiro e me conheçam pessoalmente. Mas os fatos, as opiniões e todo o resto eu nunca escondi, nem nunca quis fazê-lo.
Eu só acho que às vezes me exponho demais nos textos, o que acho até normal, uma vez que os formulo com base nas minhas opiniões, pensamentosm questionamentos e experiências. Mas refleti e cheguei à conclusão de que esta exposição estava meio atingindo proporções desconfortáveis... quando comecei com o HIATUS, eu estava meio focada em certas coisas que não cabiam nos meus posts aqui no blog, ou porque eram coisas íntimas demais, ou porque eu apenas não queria compartilhar, ou até mesmo porque seriam desinteressantes para vocês. Então acabei parando de postar.
Enfim, acho que depois de tanto tempo conectada a quase tudo o que você possa imaginar, cheguei no momento de dar uma parada com essa exposição que a internet traz para a gente. Agora me questiono se é certo mesmo que eu fique postando no blog, comentando minhas coisas por aí, ou que um monte de gente que eu nem conheço fique sabendo tudo o que ando fazendo, através do twitter (que sempre achei inútil), ou que fiquem sabendo em tempo real sobre as músicas que ouço no lastFM... às vezes é bom que não saibam sobre você tão facilmente; assim as pessoas que realmente se interessarem vêm até você, conversar, saber das novidades, e tal. Então o que eu postaria no blog acaba virando assunto para um bom bate papo. E, não me levem a mal, mas prefiro um bom papo a meia dúzia de comentários. ;)
Finalmente, last but not least, eu gostaria de agradecer a quem me visitava/visita. Quem sabe um dia eu volte para cá, né? Sim, pois no meu mundo, HIATUS não quer dizer que me divorciei do blog... apenas quer dizer que a lua de mel acabou! ^^'
É isso.
Um abraço forte e muitos bjinhoooooooooos, muah ;*
H I A T U S
Não gosto muito disso não. Nunca fui de andar com pessoas muito mais velhas do que eu. Só que agora, com a faculdade, estou tendo que fazê-lo. E tendo que me acostumar com isso. Daí imagino se todo mundo fica tão ligado a isso quanto eu... às vezes me pego pensando que agora estou entrando no grupo chamado 'adulto', que diferentemente do grupo 'infantil' e 'teen' pelos quais passei, compreende um intervalo muito maior de faixa etária. Porque tenho como verdade absoluta que se você sai do grupo 'adulto', é porque já deve estar entrando no 'meia idade', e logo fará parte do 'asilo'. E logo será incluído no grupo 'cemitério', se tudo der certo, mas isso é assunto para outro post.
Agora no estágio estou tendo que ir algumas vezes a um laboratório localizado no Jardim Botânico, na Lagoa, e por isso tenho passado bastante tempo com uma doutoranda de lá. Tenho 21 anos, ela tem 26. Não é uma grande diferença, mas se torna incômoda se você considerar que, nos cinco anos do meu 'atraso' ela já se formou na faculdade, já fez mestrado, está no doutorado, está noiva e vai se casar, enquanto, humildemente, estou no quinto período da graduação, me vestindo feito uma retardada.
Daí tem outra mulher lá no laboratório que tem 27 ou 28 anos. Não sei o que ela é, só sei que ela está ensinando coisas para a doutoranda, que está ensinando a mim. E tem uma que é da graduação, como eu, mas tem 25 anos. E um dia da semana passada, nós quatro estávamos no mesmo carro. E foi nesse ambiente *cof cof* acolhedor que eu comecei a divagar sobre essas diferenças de idade e estilos de vida. Foi desconfortável estar ali, porque além de me sentir a caçula-baby do recinto, elas estavam conversando sobre casamentos e gravidez, duas coisas muito distantes de mim (graças a Deus), e sobre as quais eu não poderia opinar. Não que eu o quisesse, mas você me entendeu.
Tem uma garota que eu conheço. Vi umas fotos da comemoração do aniversário dela, e só tinha gente mais velha à mesa. E não era família não, eram amigos mesmo. Inclusive um cara que foi meu professor. E é aquilo... ela tem 20 anos físicos, mas, fuck!, claramente ela tem uns 35 mentais. E talvez continue tendo 35 até ela completar 35 de verdade.
Então, naquele carro, dei uma escaneada contemplativa em meu presente e passado, e vi que nunca foi uma tradição minha me relacionar com pessoas mais velhas não. Só que antes eu não sabia por quê. Mas hoje eu já sei que o que me incomoda é justamente ter essas antecipações sobre meu futuro, e depois ter que viver minha vida como se já tivesse vivido, sem supresas, porque um dia já ouvi dizendo que casamento é assim, gravidez é assado... Nesse quesito, sou firme em dizer 'cada um no seu quadrado'.
Tentei abstrair e olhar pela janela. Só não enfiei fones nos ouvidos porque sou educadinha.
Agora com licença, que vou tomar um Toddynho. Porque de coerência com a idade eu entendo. Hahaha ;D
~x~
Ninne [http://www.karinemoraes.com/wordpress]
Não consigo entrar nesse endereço para retribuir o comentário... =(
Brincadeira 
Além de você, Miss *, e de mim, acho que não existem muitas por aí não, hahaha!
O que você pensa sobre manias esquisitas?
Para mim, são aquelas coisas que você faz, gosta de fazer, todo mundo acha estranho mas simplesmente você não consegue parar. Isso inclui andar na rua sem pisar nas linhas de emendas do piso, cantar na rua, falar sozinho, andar na rua sem pisar nas linhas de emendas do piso cantando e falando sozinho...
A minha mania esquista do momento (sim, porque são transitórias) é fuçar coisas mórbidas pela internet, que eu sei que só vão me fazer perder tempo porque não vou chegar a conclusão nenhuma. Vampiros, fantasmas, aparições, perfis de gente morta no orkut, vídeo da Lady GaGa batendo na dançarina com o microfone... hehehe brincadeira. Mas é sério. Mas é brincadeira. Séria.
E você, qual sua mania esquisita?
Coisa esquisita é pensar que o mundo lá fora funciona diferente da sua casa, e que as pessoas não pensam como a gente. Na verdade, ainda estou aprendendo que nem sempre o que é totalmente lógico para mim vai fazer sentido para você, e vice-versa.
Talvez a primeira vez em que eu percebi que existia uma universo paralelo além da minha porta foi quando... bom, eu tive uma vida atípica, no geral, então houveram várias coisas. Uma delas era que, na infância, eu queria estudar em uma escolinha legal que tinha aqui perto, onde todos meus "amiguinhos" estudavam. Eu ansiava por aquele uniforme amarelo. Mas eu não podia pagar, então fui matriculada em uma escola municipal fuleira e decadente, usando uniforme da prefeitura. Mini-Leigh FAIL.
Aí teve uma garotinha que tinha o cabelo ruim e invejava meu cabelo liso. Eu nem sabia que esse tipo de coisa existia, até ela me bater por isso.
Depois teve uma vez que uma amiga foi lá em casa e achou esquisitíssimo eu esquentar arroz em uma frigideira. Ok, pra mim aquilo fazia sentido. Na verdade, ainda faz.
Outra vez, mais recente, em um churrasco, achei o cúmulo que se coma coração de frango. Erm...
Conheci uma casa onde se comia pão com bolo. Assim, abre o pão e coloca o bolo dentro. E lá também consumiam carne mal passada, um disparate para mim.
Já bateu vento enquanto eu fazia careta e eu não fiquei com a cara torta.
Li em um livro que tomate puro com sal era meio que um absurdo.
Aliás, ano passado descobri que um monte de gente não suporta tomate. Isso por si só já é inacreditável.
E descobri também que tem pessoas que não pagam contas, porque isso é tarefa dos pais.
Existe gente que não gosta de chocolate.
Já prendi o xixi, e ao contrário do que Mãe disse, eu não fiquei fazendo xixi para sempre depois.
Fora do RJ eles comem feijões diferentes do nosso feijão preto.
Sempre andei descalça e até hoje não tenho joanete.
Nunca tive horário para fazer as refeições, e sempre pude comer doces na hora em que quisesse.
Ninguém curte pão com ketchup, além de mim.
Hoje minha franja fica na frente dos olhos e, pasmem, não fiquei vesga por isso.
A galerë não ama doce de abóbora, e ninguém conhece o doce feito com leite azedo.
Pois é... é difícil crescer...
Beijos ;*
Post inspirado por post similar no blog da Liliane Prata.
Sem comparações, please, porque fato que ela é demais! :D
Mudei de layout, gostarão gënts?/. Para os mais avoados, na foto lá em cima é a Courtney Love. <3
Para combinar, batizei as sessões (com "ç" ou "ss"? Preguiça de procurar no Google Anônimo/Não-identificável disse que é com "ss". Crédula que sou, acredito na informação e, novamente com preguiça, nem vou ao Google checar) da barra lateral com trechos de músicas do Hole: "I am so dumb", trecho de "Dying", para o perfil, porque, bom, tem tudo a ver, sou "dumb" mesmo; "Time has won", de "Bittersweet", para os arquivos; "They're playing my song", adaptado de "Playing your song", para os créditos; "Follow to me", de Malibu, para o button do blog; e, finalmente, "No loneliness", de "Nothern Star", representando as pessoas que visitam o blog, comentam, e me tiram da solidão. Aliás, queria até agradecer, estou recebendo mesmo mais comentários do que eu imaginava, muito obrigada! :D
Apenas mudanças. Só tem uma coisa que não consigo mudar: o fato de sempre lembrar do refrão de "Changes", do David Bowie, quando falo de mudanças... "Ch-ch-ch-ch-changes / Turn and face the strain / Ch-ch-changes..."
Beijas ;*
Por ter chegado até aqui.
Então hoje é meu aniversário. E isso me faz refletir sobre a vida. E sobre a morte.
Acho esquisito e triste pensar sobre a crueldade do universo. O acaso nos seleciona, e elimina alguns de nós, talvez os mais fracos. É como a lei do mais forte, mas sem muita lógica. Me pergunto qual é o critério de escolha, e por quanto tempo eu vou conseguir me esconder do acaso.
Tem essas pessoas que eram jovens e hoje poderiam estar fazendo 21 anos, como eu, mas ficaram pelo caminho, eternamente jovens. Sucumbiram, diante das circunstâncias. Teve o Loirinho, que estudou comigo e morreu em um acidente de moto; teve o Vitor, que se suicidou, no ano passado; teve a Daniela, que foi assassinada. Se fossem velhos, até entenderia. É mais ou menos o que a gente espera, é o que está no script. Nascer, crescer, envelhecer, morrer. Mas morrer jovem é errado.
E quantos mais a gente perde até chegar a nossa vez?
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UPDATE: ganhei um presentinho virtual da Misterious Lady:

Muito obrigada! ^^
Olá, lads 'n' gents! :)
E ontem teve a chopada de Engenharia Naval. "Caninha", o nome do negócio. E eu fui, porque sou dessas. Hahuehus, brinks.
Aí nesses lugares a gente vê cada coisa, né, people?! As pessoas bebem e perdem a noção. O que mais me revoltou é que um dos caras que vieram falar comigo, ao ouvir que eu tenho namorado, disse: "Ah é? Eu também!". Achei o fim do mundo, mas brinquei com a situação, só para não mandá-lo à m#&da. "Ahhhhh, você tem namoradO também? Que chiiiiiiique, atóron! Muderrrrno."
Sei não, essas pessoas que fazem assim, que estão somente atrás de chécho... acho que, de fato, se parece com uma caçada: o cara sai de casa afim de caçar um animalzinho para comer. E a mulherada anda à disposição para o abate, hahaha @__@. Eu nunca achei legal essa coisa de sair e ficar com todo mundo. Não é agora, que tô com alma de velha, que eu vou começar a achar, né...
O inferno astral continua. Porém, acho que tá mais fraquinho agora. Mas não se enganem, ainda vai piorar. ¬¬'
Tô pensando em trocar de layout, qq6achão?//
Bjinhos! ;*
Só agora eu descobri o real sentido dessa expressão, "inferno astral". Eu sabia que ele vem logo antes do nosso aniversário, mas eu nunca havia reparado em sua existência. Até agora.
Já consertei o computador, a quem possa interessar a informação. Vou lá responder aos comentildos.
Beijos ;*
~x~
(Anônimo/não-identificável: "Entendí..Faz alguma idéia de quem eu seja?"
Não... eu deveria? Você me conhece?)
Oi, gents! Seguinte: meu pc quebrou de vez, e tô postando rapidinho aqui da lã ralze.
Assim que eu consertar o dito cujo, volto para ler e responder os comentários de vocês, ok?
Beijas ;*
Então tem essa menina que era minha amiga -- ou pelo menos fingia que era -- e hoje passa por mim na rua e faz que não me vê. Hoje ela chegou ao cúmulo de pegar um livro na mochila e enfiar a cara nele, quando me viu entrando no ônibus.
Há uns anos ela estudava comigo... aí ela ficava com um menino da sala. Esse menino largou ela, porque estava afim de mim. Aí eu fiquei com ele e acabamos engatando um namoro. Só que eu só descobri que ela tinha ficado com ele e sido "trocada", tipo, meeeeses depois, portanto não venha me dizer "mimimi çua saffada, pegol u namoraod da miga!!!11", ok? Entããão ela começou a se fingir de minha amiguinha, para ficar próxima de mim e ter mais acesso, e ficava dando em cima do meu namorado com uma sensualidade aprendida, no mínimo, na revista Capricho.
Depois, quando o namoro terminou, a proximidade comigo já não mais era interessante, e ela me descartou. Como pode, né, gente?! Quer dizer, desprezar alguém assim, com tanta facilidade... não falo por mim, porque eu já sabia das intenções escrotas e o quão sonsa a dita cuja era, então tava pouco ligando pra ela mesmo. Mas e se eu fosse alguém que realmente acreditasse e quisesse a amizade dela? Ela teria me magoado bastante. entaum meninës n~ao fassão iço naum sejão shes not me fikdik!1
Sabe que até gosto de não ter que parar para falar e fingir que estou adorando encontrar ela na rua? Porque não gosto de gente falsinha não. ![]()
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"Have you ever had a best friend who wanted to do
everything you did, including fuck your boyfriend?"
Madonna, na turnê Sticky and Sweet, em "She's not me".
* Estou feliz porque estou comendo biscoitos de polvilho (ou biscoitos de vento). São tão crocantes... ![]()
* Eu não sabia que o Serenata de Amor levava chocolate meio amargo também, além de chocolate ao leite.
* Ontem o computador não quis ligar (só ligou depois que dei um soco nele. Juro 'o.o). Quando acontece isso sempre me assusto, porque logo penso que vou ter que formatar o pc, perdendo meus arquivos (já aconteceu 487.854.138² vezes ¬¬). Resolvi tomar vergonha na cara e gravar em tudo DVD, mas, hehe
, comofas pra gravar 80gb de tralha hem??////
* O Nero tá tirando uma com a minha cara.
Vou dar porrada nele também.
* Ih é, né, aqui tem emoticons... que nem no antigo Weblogger. Só que mais bonitos. ![]()
Agora há pouco assisti a um episódio do Family Guy no Mundo Fox, onde o pai do Pai se aposenta e vai morar com a Família. Só que o velho é um católico fervoroso, e o tempo todo diz que se fizer isso ou aquilo vai queimar no inferno, e coisas assim. Inclusive, ele lê trechos da Bíblia para o bebê, que se interessa e começa a achar que é um livro muito melhor do que o "Ursinho Pooh", por exemplo, pois nele as pessoas se apedrejam, se mutilam, se crucificam... Deus malvadão. ò.ó
Esse episódio me fez lembrar de uma teoria que criei anteontem. Tomando um maravilhoso suco de abacaxi, fui surpreendida pelo pensamento: "car*lho, que suco gostoso... só pode ter vindo do Inferno". Indo além nesse pensamento, formulei a teoria que, contrariando a opinião geral, diz que as coisas boas vêm do Inferno, e as ruins, do Céu. Tudo isso baseado em dizeres populares. Ou você nunca ouviu dizer que "Deus castiga"? E quem nunca ouviu falar dos "prazeres da carne"? Ora, se são pra-ze-res, é porque devem ser bons, não é? E experimenta confessar que fez, que "caiu em tentação" a um Padre, para ver o que ele faz com você. Hasta la vista, baby.
Música Gospel veio do Céu. É ruim.
Rock é bom. Certeza que veio do Inferno. \../,
Gente isso é uma brincadeira, ok? Não quero atingir ninguém, sou só fanfarrona. Fui criada em uma família católica e tudo mais. Hoje já não sou mais praticante, porém respeito muito o cristianismo. E nem acredito que exista inferno, fikdik.
O que o sono me faz pensar.
Hoje Mãe passou no chão um produto de limpeza, e agora meu quarto tá fedendo a cachorro.
Ok, não tá fedendo a cachorro. Mas pela minha vivência, associei esse cheiro a cheiro de cachorro, porque devo o ter sentido em alguma casa aonde eu sabia que tinha cachorro. E talvez a pessoa usava esse produto exatamente para eliminar o cheiro do cachorro. Nesse caso, não haveria motivo para Mãe usar esse produto, uma vez que não temos nenhum cachorro. Eu não crio nada. E a única coisa que ela cria sou eu. Então talvez eu seja o cachorro dela.